Independente da época, as representações da mulher continuam as mesmas. Atravessam o tempo um pouco modeladas, mas coexistem até hoje. Algumas representações são implícitas, outras explícitas. Obviamente, umas desapareceram e outras apareceram, mas a maioria continua existindo.
O modelo de príncipe encantado permanece. A mulher contemporânea obteve muitas conquistas no lado profissional, incluindo a independência financeira, mas na parte emocional a maioria sonha em casar-se com um homem que possua boas condições financeiras e status social privilegiado. Seja na Idade Média ou na Idade Contemporânea.
Devemos enfatizar o modelo de mulher perfeita que a mídia impõe. Há muito tempo, o ideal de mulher era da figura baixinha e gordinha, o que significava fartura. Hoje, devem ser altas, magras, loiras, devem ter cabelo liso e olhos claros. O que não significa que retrate a realidade. Se não seguirem esse padrão a sociedade não as classifica como bonita.
Ou seja, a mulher se adapta conforme o tempo. Ela continua sendo a dona do lar, cuidando da casa e dos filhos, mas também trabalha fora e em alguns casos sustenta a família. O que acontece é que o conceito de dona de casa não mudou e talvez nunca mudará, mas a mulher conquistou e ainda terá muitas conquistas profissionalmente.